Monday, April 03, 2006

 

1 ANO



2 de abril de 2005

Foi nesta data que foste ter com o nosso Pai e Criador.
Sei que estás aí junto do Altíssimo a interceder por todos nós e a apelar à paz no mundo.

JOÃO PAULO II

Sunday, April 02, 2006

 

preocupações redobradas

Nos últimos tempos, têm vindo a lume preocupações fundamentadas sobre o futuro do esquema da Segurança Social. E muitos falam já em rotura iminente do sistema.

Os motivos são claros. -população beneficiária a aumentar; taxa de longevidade a subir, com muitos idosos na casa dos 80, 90 e mais anos; número de contribuintes a decrescer em flecha; número de desempregados a crescer; e decréscimo drástico da natalidade, o que significa progressiva redução no sector produtivo, o que equivale a menos contribuintes.

O nosso governo, presentemente, mostra-se muito empenhado na modernização da administração pública, na reforma do sistema político, etc...
Pode ser que venha a inventar forma mágica de reabastecer os cofres da Segurança Social, como com a anunciada intenção de cometer às enpresas o encargo de assegurarem a reforma dos seus trabalhadores. Mas já não é isso que acontece, com as grossas maquias que essas entidades são obrigadas a descontar, todos os meses para esse efeito?...

Recentemente, surgiram, na comunicação social, dados 'animadores' sobre o montante das reformas de alguns 'pensionistas'. Com verbas acimas dos 4.000 Euros, eram no ano 2000, 102 beneficiários; em 2004 2681, e no mês de abril, mais 120 passam a receber acima de 5.500 Euros/mês. Mas há quem receba 7.148, 6.193, etc.. Que sistema pode aguentar tais exorbitâncias?..

Na área da administração corrrente, vieram, há pouco, à praça pública novos dados, deveras preocupantes. Logo a começar, a astronómica factura dos gastos de nossos 'esforçados' deputados, em viagens pelo estrangeiro, excedendo em muito o valor do seu 'modesto' vencimento.

Depois, a informação dos vencimentos de gente dos quadros superiores, tudo acima dos 5.000 euros/mês, com as alcavas inerentes - cartões de crédito, telefone, carro, motorista, etc..., ao ponto de até Vitor Constânvio, governador do BP, vir admitir em público que ganha demais!...

Mas, para aumentar o vencimento da população que, no terreno, produz riqueza, não há disponibilidades...
Resuminodo, a apregoada reforma do Estado tem que começar por cima, pelos 'grandes'. Enquanto a maior parte da população trabalhadora ganhar salários mínimos e receber uma reforma de miséria, nenhum governo terá credibilidade nem autoridade moral para reformar seja o que for.
O mesmo será dizer que o senhor PM, não tem autoridade moral, para exigir mudanças aos ´PORTUGUESES

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